REVISTA FAIPE
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<p style="text-align: justify;"><!--StartFragment --></p> <p>A <em>Revista FAIPE</em> é um periódico multidisciplinar dedicado à publicação de artigos inéditos em português, espanhol e inglês.</p> <p>São aceitos trabalhos de pesquisadores, docentes e discentes vinculados a instituições de ensino superior. Os artigos submetidos por discentes devem contar com a supervisão rigorosa do orientador, garantindo a qualidade e propriedade do conteúdo.</p> <p>Para publicação na <em>Revista FAIPE</em>, o artigo do discente deve ser avaliado por uma banca examinadora e receber nota superior a 8. Caso o autor tenha interesse na publicação, poderá submeter o trabalho para análise editorial. Todos os autores devem assegurar que seus artigos seguem as diretrizes da revista, sendo que aqueles em desacordo com as normas serão devolvidos para ajustes.</p> <p>A formatação dos artigos deve atender às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), incluindo:</p> <ul> <li class="show"><strong>NBR 14724/2011</strong> – Documentação;</li> <li class="show"><strong>NBR 6022/2003</strong> – Estrutura de artigo científico;</li> <li class="show"><strong>NBR 6023/2002</strong> – Referências bibliográficas;</li> <li class="show"><strong>NBR 10520/2023</strong> – Citações;</li> <li class="show"><strong>NBR 6028/2003</strong> – Resumo/Abstract.</li> </ul> <p>Recomendamos que os artigos em áreas da Saúde e ciências biológicas sejam formatados no Estilo Vancouver, como segue:</p> <ul> <li class="show"><strong>Citações</strong>: As referências são numeradas em sequência no texto, conforme aparecem.</li> <li class="show"><strong>Lista de Referências</strong>: As referências são listadas no final, na ordem em que foram citadas no texto.</li> </ul> <p>Caso o artigo tenha sido apresentado previamente em eventos acadêmicos, essa informação deve ser mencionada.</p> <p>Ao submeter um artigo, o autor concorda com a cessão gratuita e imediata dos direitos de publicação à revista, que terá exclusividade para sua veiculação inicial. A <em>Declaração de Direitos Autorais</em> está disponível no sistema de submissão eletrônica. As diretrizes de estilo e requisitos bibliográficos podem ser consultados na seção <em>Diretrizes para Autores</em>, em <em>Sobre a Revista</em>.</p> <p>Publicada semestralmente, a <em>Revista FAIPE</em> tem o propósito de reunir e divulgar a produção científica em diversas áreas do conhecimento, promovendo a disseminação do saber acadêmico no Brasil e internacionalmente. Além de trabalhos de pesquisadores da Instituição, a revista aceita artigos inéditos de pesquisadores externos e produções independentes.<!--EndFragment --></p>Faculdade FAIPEpt-BRREVISTA FAIPE2179-9660TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA NEUROPEDIATRIA
https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/207
<p class="western" lang="en-US" align="justify"><span style="color: #000000;">Introdução:</span><span style="color: #000000;"> O Transtorno do Espectro Autista (TEA) constitui uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por alterações na comunicação social, nos padrões comportamentais e na integração sensorial, com início precoce e curso persistente. Na prática da neuropediatria, o TEA demanda abordagem clínica ampliada, que ultrapassa o diagnóstico e envolve acompanhamento longitudinal, manejo de comorbidades e articulação multiprofissional. </span><span style="color: #000000;">Metodologia: </span>Este estudo consistiu em uma revisão narrativa da literatura sobre o manejo do Transtorno do Espectro Autista (TEA) no âmbito da clínica pediátrica e da neurologia infantil. A pesquisa bibliográfica foi conduzida nas bases de dados SciELO, PubMed e MEDLINE, empregando os descritores: Transtorno do Espectro Autista, Neuropediatria, Clínica Pediátrica e Neurodesenvolvimento, nos idiomas português e inglês. Foram considerados artigos originais, revisões narrativas e sistemáticas, além de consensos e diretrizes nacionais e internacionais. Foram excluídas as publicações que não abordavam de forma direta o manejo clínico do TEA. Por se tratar de uma revisão da literatura, o estudo não exigiu submissão à apreciação de Comitê de Ética em Pesquisa, em conformidade com as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS. <span style="color: #000000;">Conclusão:</span><span style="color: #000000;"> O manejo do Transtorno do Espectro Autista na neuropediatria deve ser individualizado, contínuo e centrado na criança e em sua família, integrando avaliação clínica abrangente, intervenção precoce, tratamento adequado das comorbidades e suporte psicossocial. Conforme estabelecido pelo </span><em><span style="color: #000000;">DSM-5-TR </span></em><span style="color: #000000;">o TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento de apresentação clínica heterogênea, o que exige diagnóstico oportuno, monitoramento longitudinal e estratégias terapêuticas personalizadas, em consonância com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria. A atuação articulada entre a clínica pediátrica, a neurologia infantil e a equipe multiprofissional, com participação ativa da família, é fundamental para a promoção do desenvolvimento funcional, da autonomia e da qualidade de vida da criança. Ademais, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde e a integração efetiva com a rede de cuidados especializados constituem pilares essenciais para assegurar acesso oportuno, continuidade assistencial e cuidado integral às crianças com TEA e suas famílias.</span></p>Jorge Lincolins Pereira Soares Siulan Maria Soares MOLLGAARD Siulan Maria Soares MOLLGAARDSandra Mirck CUNHA Sandra Mirck CUNHAMylena da Silva CUNHA Mylena da Silva CUNHAMaria Lúcia Alves RODRIGUES Maria Lúcia Alves RODRIGUESLuiza Roberta da Silva LOPES Luiza Roberta da Silva LOPES
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2026-02-032026-02-031521410.5281/zenodo.18473661ASMA GRAVE EM ESCOLARES
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<p class="western" lang="en-US" align="justify"><span style="color: #000000;">Introdução:</span><span style="color: #000000;"> A asma configura-se como uma das doenças crônicas mais frequentes na infância, com repercussões significativas na qualidade de vida, no desempenho escolar e na utilização dos serviços de saúde. Em escolares, a maioria dos pacientes apresenta controle satisfatório com o tratamento habitual; entretanto, uma parcela reduzida evolui com asma grave, caracterizada por exacerbações intensas, recorrentes e potencialmente ameaçadoras à vida, frequentemente demandando atendimento em serviços de emergência pediátrica.</span><span style="color: #000000;"> Metodologia:</span><span style="color: #000000;"> Trata-se de uma revisão narrativa da literatura sobre o manejo da asma grave em escolares no contexto da emergência pediátrica, fundamentada em evidências científicas atuais e nas recomendações da Global Initiative for Asthma (GINA 2025). A busca foi realizada nas bases SciELO, PubMed e MEDLINE, utilizando os descritores: Asma, Asma Grave, Criança em Idade Escolar, Emergência Pediátrica e Pediatria, nos idiomas português e inglês. Foram incluídos artigos originais, revisões, consensos e diretrizes relevantes, sendo excluídos estudos que não contemplavam especificamente a população escolar ou o manejo da forma grave da doença. Por se tratar de uma revisão de literatura, o estudo dispensa apreciação por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS.</span><span style="color: #000000;"> Conclusão:</span><span style="color: #000000;"> A asma grave em escolares representa um desafio clínico relevante na emergência pediátrica, exigindo reconhecimento precoce da gravidade, abordagem terapêutica rápida e sistematizada, além de estratégias para prevenção de novas exacerbações. A aplicação adequada das recomendações atuais contribui para a redução de morbidade, complicações e mortalidade associadas à doença.</span></p> <p class="western" lang="en-US"> </p>Jorge Lincolins Pereira SoaresSiulan Maria Soares MOLLGAARD Siulan Maria Soares MOLLGAARDFrancisco Alan Gomes TAVARES Francisco Alan Gomes TAVARESAndrei de Oliveira DANTAS Andrei de Oliveira DANTASTarsila Meneses de Lacerda BARROS Tarsila Meneses de Lacerda BARROSAna Júlia de Souza CHAVES Ana Júlia de Souza CHAVES
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2026-02-152026-02-151525710.5281/zenodo.18649583O PAPEL DA LAVAGEM NASAL NA PREVENÇÃO DAS DOENÇAS EM RECÉM-NASCIDOS
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<p class="western" lang="en-US" align="justify"><span style="color: #000000;">Introdução:</span> As afecções respiratórias constituem uma das principais causas de adoecimento em recém-nascidos e lactentes, representando importante impacto na morbimortalidade pediátrica. Esse<span style="color: #000000;"> período é marcado por imaturidade funcional e imunológica. O recém-nascido apresenta dependência quase exclusiva da respiração nasal, o que torna qualquer grau de obstrução um fator potencial de prejuízo à oxigenação, à alimentação e ao conforto geral. Nesse contexto, a lavagem nasal com solução salina isotônica surge como uma estratégia preventiva simples, de baixo custo e amplamente acessível, com impacto positivo na manutenção da permeabilidade das vias aéreas superiores. </span><span style="color: #000000;">Metodologia:</span> Foi realizada uma revisão narrativa da literatura sobre a relevância da lavagem nasal na prevenção de doenças respiratórias em recém-nascidos. A pesquisa bibliográfica ocorreu nas bases de dados PubMed, SciELO e MEDLINE, por meio dos descritores: Recém-Nascido, Lavagem Nasal, Doenças Respiratórias e Pediatria. Foram selecionados artigos originais, estudos publicados nos idiomas português e inglês. Excluíram-se publicações que não contemplavam especificamente o período neonatal e lactente ou que não se relacionavam diretamente com a temática proposta. Por se tratar de um estudo de revisão da literatura, não houve necessidade de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa, em conformidade com as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS. <span style="color: #000000;">Conclusão:</span><span style="color: #000000;"> A lavagem nasal com solução salina isotônica destaca-se como uma intervenção simples, segura e de baixo custo, com impacto significativo na prevenção de doenças respiratórias em recém-nascidos. Ao favorecer a desobstrução das vias aéreas superiores, melhorar a ventilação nasal e reduzir o acúmulo de secreções, essa prática contribui de forma decisiva para a diminuição de complicações respiratórias, especialmente em um período da vida marcado pela imaturidade anatômica e funcional do sistema respiratório. Além de seus benefícios clínicos diretos, a lavagem nasal assume papel estratégico no cuidado preventivo em pediatria, podendo reduzir a necessidade de intervenções farmacológicas e a demanda por serviços de urgência. Nesse contexto, a orientação sistemática e a capacitação adequada dos cuidadores, aliadas à atuação proativa dos profissionais de saúde, são essenciais para garantir a correta execução da técnica, potencializar seus efeitos preventivos e promover conforto respiratório, bem-estar e melhor qualidade de vida aos recém-nascidos.</span></p>Jorge Lincolins Pereira SoaresMarcelo Nunes da SILVA Marcelo Nunes da SILVAMaria da Glória Clementino CARVALHO Maria da Glória Clementino CARVALHODébora Kelly Holanda de SOUSA Débora Kelly Holanda de SOUSAMaria Eduarda Marins VIDAL Maria Eduarda Marins VIDALRegina Moura de OLIVEIRA Regina Moura de OLIVEIRA
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2026-02-152026-02-1515281110.5281/zenodo.18649777PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE NA IDADE PRÉ-ESCOLAR
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<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Introdução: </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">A Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) permanece como uma das principais causas de morbidade e hospitalização na infância, com impacto particularmente relevante em crianças na idade pré-escolar. Caracteriza-se por um processo infeccioso do parênquima pulmonar adquirido fora do ambiente hospitalar, cujas manifestações clínicas variam conforme a faixa etária, o agente etiológico e a resposta imunológica do hospedeiro. Na prática pediátrica, a identificação precoce da doença e a estratificação adequada da gravidade são determinantes para a escolha da conduta terapêutica, para a definição do local de tratamento e para a prevenção de complicações potencialmente graves, como derrame pleural, empiema e insuficiência respiratória</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">. </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Metodologia: </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Realizamos uma revisão científica da produção acadêmica nacional e internacional referente à Pneumonia Adquirida na Comunidade </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">em crianças pré-escolares.</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> A pesquisa foi realizada nas bases </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">SciELO, PubMed e Cochrane</span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">, utilizando descritores relacionados à PAC, pediatria e infecções respiratórias, nos idiomas português e inglês. Foram selecionados artigos originais, revisões sistemáticas, além de diretrizes nacionais e internacionais, com base nos referenciais do </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Tratado de Pediatria de Nelson, 21ª edição</span></span> <span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> e da Sociedade Brasileira de Pediatria. </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Por se tratar de uma revisão de literatura, o estudo dispensa apreciação por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS</span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">. </span></span><strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Conclusão: </span></span></strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">A PAC em pré-escolares continua sendo condição clínica frequente e potencialmente grave, demandando abordagem estruturada, fundamentada na avaliação clínica e na estratificação de risco. O tratamento ambulatorial é seguro na maioria dos casos leves, desde que realizado com antibioticoterapia empírica adequada e acompanhamento clínico. O fortalecimento da Atenção Primária à Saúde e a capacitação das equipes pediátricas são estratégias essenciais para reduzir hospitalizações evitáveis e melhorar os desfechos clínicos na infância.</span></span></p>Jorge Lincolins Pereira SoaresJhulliet da Costa FERNANDES Jhulliet da Costa FERNANDESSiulan Maria Soares MOLLGAARD Siulan Maria Soares MOLLGAARDBarbara Juacy Rodrigues Costa de SANTANA Barbara Juacy Rodrigues Costa de SANTANARafael Ramos TELES Rafael Ramos TELESJosé Ferreira de Sousa NETO José Ferreira de Sousa NETO
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2026-02-152026-02-15152121610.5281/zenodo.18649966ABORDAGEM DIAGNÓSTICA E ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS DA APENDICITE AGUDA NA EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA
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<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Introdução:</span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">A apendicite aguda faz parte da principal etiologia de abdome agudo com indicação cirúrgica em crianças, configurando-se como uma das condições que mais motivam atendimentos nos serviços de urgência e emergência pediátrica</span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">. Sua apresentação clínica varia conforme a idade, sendo frequentemente inespecífica em crianças menores, o que dificulta o diagnóstico precoce e favorece a ocorrência de perfuração e complicações infecciosas. Nesse cenário, a avaliação clínica criteriosa, aliada ao uso racional de exames complementares, é essencial para orientar a conduta terapêutica. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Metodologia:</span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"> Por meio de uma revisão da literatura sobre apendicite aguda na emergência pediátrica, com ênfase nos aspectos diagnósticos e na condução clínica inicial. A busca foi realizada nas bases PubMed, SciELO e Cochrane, utilizando descritores relacionados à apendicite aguda, pediatria, abdome agudo e emergência pediátrica, nos idiomas português e inglês. Foram incluídos artigos originais, revisões narrativas e sistemáticas, além </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">de diretrizes nacionais e internacionais, com destaque para o </span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Nelson tratado de Pediatria 21ª edição</span></em> <span style="font-family: Times New Roman, serif;">e documentos da Sociedade Brasileira de Pediatria. Por se tratar de revisão de literatura, o estudo dispensa apreciação por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Conclusão:</span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"> A apendicite aguda na emergência pediátrica exige alto grau de suspeição clínica e abordagem diagnóstica sistematizada, devido à variabilidade da apresentação, especialmente em crianças menores. O diagnóstico precoce orienta a conduta adequada e reduz complicações, sendo a estratificação da gravidade fundamental para a definição do manejo, cirúrgico ou conservador em casos selecionados. A utilização de protocolos baseados em evidências e a capacitação das equipes de emergência são essenciais para melhores desfechos clínicos.</span></p>Jorge Lincolins Pereira SoaresJosé Ferreira de Sousa NETO José Ferreira de Sousa NETOJhulliet da Costa FERNANDES Jhulliet da Costa FERNANDESFrancisco Dulcídio Antão de Carvalho Filho Francisco Dulcídio Antão de Carvalho FilhoMarina Cartaxo Martins Pitanga Marina Cartaxo Martins PitangaJoão Vito de Oliveira Silva Esteves João Vito de Oliveira Silva Esteves
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