https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/issue/feedREVISTA FAIPE2026-02-15T20:29:08+00:00Valéria Oliveira dos Anjoseditor.rfaipe@gmail.comOpen Journal Systems<p style="text-align: justify;"><!--StartFragment --></p> <p>A <em>Revista FAIPE</em> é um periódico multidisciplinar dedicado à publicação de artigos inéditos em português, espanhol e inglês.</p> <p>São aceitos trabalhos de pesquisadores, docentes e discentes vinculados a instituições de ensino superior. Os artigos submetidos por discentes devem contar com a supervisão rigorosa do orientador, garantindo a qualidade e propriedade do conteúdo.</p> <p>Para publicação na <em>Revista FAIPE</em>, o artigo do discente deve ser avaliado por uma banca examinadora e receber nota superior a 8. Caso o autor tenha interesse na publicação, poderá submeter o trabalho para análise editorial. Todos os autores devem assegurar que seus artigos seguem as diretrizes da revista, sendo que aqueles em desacordo com as normas serão devolvidos para ajustes.</p> <p>A formatação dos artigos deve atender às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), incluindo:</p> <ul> <li class="show"><strong>NBR 14724/2011</strong> – Documentação;</li> <li class="show"><strong>NBR 6022/2003</strong> – Estrutura de artigo científico;</li> <li class="show"><strong>NBR 6023/2002</strong> – Referências bibliográficas;</li> <li class="show"><strong>NBR 10520/2023</strong> – Citações;</li> <li class="show"><strong>NBR 6028/2003</strong> – Resumo/Abstract.</li> </ul> <p>Recomendamos que os artigos em áreas da Saúde e ciências biológicas sejam formatados no Estilo Vancouver, como segue:</p> <ul> <li class="show"><strong>Citações</strong>: As referências são numeradas em sequência no texto, conforme aparecem.</li> <li class="show"><strong>Lista de Referências</strong>: As referências são listadas no final, na ordem em que foram citadas no texto.</li> </ul> <p>Caso o artigo tenha sido apresentado previamente em eventos acadêmicos, essa informação deve ser mencionada.</p> <p>Ao submeter um artigo, o autor concorda com a cessão gratuita e imediata dos direitos de publicação à revista, que terá exclusividade para sua veiculação inicial. A <em>Declaração de Direitos Autorais</em> está disponível no sistema de submissão eletrônica. As diretrizes de estilo e requisitos bibliográficos podem ser consultados na seção <em>Diretrizes para Autores</em>, em <em>Sobre a Revista</em>.</p> <p>Publicada semestralmente, a <em>Revista FAIPE</em> tem o propósito de reunir e divulgar a produção científica em diversas áreas do conhecimento, promovendo a disseminação do saber acadêmico no Brasil e internacionalmente. Além de trabalhos de pesquisadores da Instituição, a revista aceita artigos inéditos de pesquisadores externos e produções independentes.<!--EndFragment --></p>https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/207TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA NEUROPEDIATRIA2026-02-15T20:29:08+00:00Jorge Lincolins Pereira Soaresjorge.lincolins3@gmail.com Siulan Maria Soares MOLLGAARD Siulan Maria Soares MOLLGAARDsiulanmariasoaresmollgaard@gmail.comSandra Mirck CUNHA Sandra Mirck CUNHAsandramirck@alunomed.fapce.edu.peMylena da Silva CUNHA Mylena da Silva CUNHAmylena.cunha.14@gmail.comMaria Lúcia Alves RODRIGUES Maria Lúcia Alves RODRIGUESmluciaar@alunomed.fapce.edu.brLuiza Roberta da Silva LOPES Luiza Roberta da Silva LOPESluizarobertal@alunomed.fapce.edu.br<p class="western" lang="en-US" align="justify"><span style="color: #000000;">Introdução:</span><span style="color: #000000;"> O Transtorno do Espectro Autista (TEA) constitui uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por alterações na comunicação social, nos padrões comportamentais e na integração sensorial, com início precoce e curso persistente. Na prática da neuropediatria, o TEA demanda abordagem clínica ampliada, que ultrapassa o diagnóstico e envolve acompanhamento longitudinal, manejo de comorbidades e articulação multiprofissional. </span><span style="color: #000000;">Metodologia: </span>Este estudo consistiu em uma revisão narrativa da literatura sobre o manejo do Transtorno do Espectro Autista (TEA) no âmbito da clínica pediátrica e da neurologia infantil. A pesquisa bibliográfica foi conduzida nas bases de dados SciELO, PubMed e MEDLINE, empregando os descritores: Transtorno do Espectro Autista, Neuropediatria, Clínica Pediátrica e Neurodesenvolvimento, nos idiomas português e inglês. Foram considerados artigos originais, revisões narrativas e sistemáticas, além de consensos e diretrizes nacionais e internacionais. Foram excluídas as publicações que não abordavam de forma direta o manejo clínico do TEA. Por se tratar de uma revisão da literatura, o estudo não exigiu submissão à apreciação de Comitê de Ética em Pesquisa, em conformidade com as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS. <span style="color: #000000;">Conclusão:</span><span style="color: #000000;"> O manejo do Transtorno do Espectro Autista na neuropediatria deve ser individualizado, contínuo e centrado na criança e em sua família, integrando avaliação clínica abrangente, intervenção precoce, tratamento adequado das comorbidades e suporte psicossocial. Conforme estabelecido pelo </span><em><span style="color: #000000;">DSM-5-TR </span></em><span style="color: #000000;">o TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento de apresentação clínica heterogênea, o que exige diagnóstico oportuno, monitoramento longitudinal e estratégias terapêuticas personalizadas, em consonância com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria. A atuação articulada entre a clínica pediátrica, a neurologia infantil e a equipe multiprofissional, com participação ativa da família, é fundamental para a promoção do desenvolvimento funcional, da autonomia e da qualidade de vida da criança. Ademais, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde e a integração efetiva com a rede de cuidados especializados constituem pilares essenciais para assegurar acesso oportuno, continuidade assistencial e cuidado integral às crianças com TEA e suas famílias.</span></p>2026-02-03T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Autoreshttps://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/208ASMA GRAVE EM ESCOLARES2026-02-15T14:50:31+00:00Jorge Lincolins Pereira Soaresjorge.lincolins3@gmail.comSiulan Maria Soares MOLLGAARD Siulan Maria Soares MOLLGAARDsiulan_mollgaard@yahoo.com.brFrancisco Alan Gomes TAVARES Francisco Alan Gomes TAVARESalangomes@alunomed.fapce.edu.brAndrei de Oliveira DANTAS Andrei de Oliveira DANTASandreideoliveiradantas@gmail.comTarsila Meneses de Lacerda BARROS Tarsila Meneses de Lacerda BARROStarsila.lacerda@alunomed.fapce.edu.brAna Júlia de Souza CHAVES Ana Júlia de Souza CHAVESjuliachaves@alunomed.fapce.edu.br<p class="western" lang="en-US" align="justify"><span style="color: #000000;">Introdução:</span><span style="color: #000000;"> A asma configura-se como uma das doenças crônicas mais frequentes na infância, com repercussões significativas na qualidade de vida, no desempenho escolar e na utilização dos serviços de saúde. Em escolares, a maioria dos pacientes apresenta controle satisfatório com o tratamento habitual; entretanto, uma parcela reduzida evolui com asma grave, caracterizada por exacerbações intensas, recorrentes e potencialmente ameaçadoras à vida, frequentemente demandando atendimento em serviços de emergência pediátrica.</span><span style="color: #000000;"> Metodologia:</span><span style="color: #000000;"> Trata-se de uma revisão narrativa da literatura sobre o manejo da asma grave em escolares no contexto da emergência pediátrica, fundamentada em evidências científicas atuais e nas recomendações da Global Initiative for Asthma (GINA 2025). A busca foi realizada nas bases SciELO, PubMed e MEDLINE, utilizando os descritores: Asma, Asma Grave, Criança em Idade Escolar, Emergência Pediátrica e Pediatria, nos idiomas português e inglês. Foram incluídos artigos originais, revisões, consensos e diretrizes relevantes, sendo excluídos estudos que não contemplavam especificamente a população escolar ou o manejo da forma grave da doença. Por se tratar de uma revisão de literatura, o estudo dispensa apreciação por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS.</span><span style="color: #000000;"> Conclusão:</span><span style="color: #000000;"> A asma grave em escolares representa um desafio clínico relevante na emergência pediátrica, exigindo reconhecimento precoce da gravidade, abordagem terapêutica rápida e sistematizada, além de estratégias para prevenção de novas exacerbações. A aplicação adequada das recomendações atuais contribui para a redução de morbidade, complicações e mortalidade associadas à doença.</span></p> <p class="western" lang="en-US"> </p>2026-02-15T14:50:31+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FAIPEhttps://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/209O PAPEL DA LAVAGEM NASAL NA PREVENÇÃO DAS DOENÇAS EM RECÉM-NASCIDOS2026-02-15T16:04:54+00:00Jorge Lincolins Pereira Soaresjorge.lincolins@gmail.comMarcelo Nunes da SILVA Marcelo Nunes da SILVAmarcelo_nunes67@alunomed.fapce.edu.brMaria da Glória Clementino CARVALHO Maria da Glória Clementino CARVALHOgloriacarvalho@alunomed.fapce.edu.brDébora Kelly Holanda de SOUSA Débora Kelly Holanda de SOUSAdeborasousa@alunomed.fapce.edu.brMaria Eduarda Marins VIDAL Maria Eduarda Marins VIDALmeduardamarins@alunomed.fapce.edu.brRegina Moura de OLIVEIRA Regina Moura de OLIVEIRAreginamoura@alunomed.fapce.edu.br<p class="western" lang="en-US" align="justify"><span style="color: #000000;">Introdução:</span> As afecções respiratórias constituem uma das principais causas de adoecimento em recém-nascidos e lactentes, representando importante impacto na morbimortalidade pediátrica. Esse<span style="color: #000000;"> período é marcado por imaturidade funcional e imunológica. O recém-nascido apresenta dependência quase exclusiva da respiração nasal, o que torna qualquer grau de obstrução um fator potencial de prejuízo à oxigenação, à alimentação e ao conforto geral. Nesse contexto, a lavagem nasal com solução salina isotônica surge como uma estratégia preventiva simples, de baixo custo e amplamente acessível, com impacto positivo na manutenção da permeabilidade das vias aéreas superiores. </span><span style="color: #000000;">Metodologia:</span> Foi realizada uma revisão narrativa da literatura sobre a relevância da lavagem nasal na prevenção de doenças respiratórias em recém-nascidos. A pesquisa bibliográfica ocorreu nas bases de dados PubMed, SciELO e MEDLINE, por meio dos descritores: Recém-Nascido, Lavagem Nasal, Doenças Respiratórias e Pediatria. Foram selecionados artigos originais, estudos publicados nos idiomas português e inglês. Excluíram-se publicações que não contemplavam especificamente o período neonatal e lactente ou que não se relacionavam diretamente com a temática proposta. Por se tratar de um estudo de revisão da literatura, não houve necessidade de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa, em conformidade com as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS. <span style="color: #000000;">Conclusão:</span><span style="color: #000000;"> A lavagem nasal com solução salina isotônica destaca-se como uma intervenção simples, segura e de baixo custo, com impacto significativo na prevenção de doenças respiratórias em recém-nascidos. Ao favorecer a desobstrução das vias aéreas superiores, melhorar a ventilação nasal e reduzir o acúmulo de secreções, essa prática contribui de forma decisiva para a diminuição de complicações respiratórias, especialmente em um período da vida marcado pela imaturidade anatômica e funcional do sistema respiratório. Além de seus benefícios clínicos diretos, a lavagem nasal assume papel estratégico no cuidado preventivo em pediatria, podendo reduzir a necessidade de intervenções farmacológicas e a demanda por serviços de urgência. Nesse contexto, a orientação sistemática e a capacitação adequada dos cuidadores, aliadas à atuação proativa dos profissionais de saúde, são essenciais para garantir a correta execução da técnica, potencializar seus efeitos preventivos e promover conforto respiratório, bem-estar e melhor qualidade de vida aos recém-nascidos.</span></p>2026-02-15T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Os autoreshttps://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/210PNEUMONIA ADQUIRIDA NA COMUNIDADE NA IDADE PRÉ-ESCOLAR2026-02-15T15:31:53+00:00Jorge Lincolins Pereira Soaresjorge.lincolins3@gmail.comJhulliet da Costa FERNANDES Jhulliet da Costa FERNANDESjhulliet@alunomed.fapce.edu.brSiulan Maria Soares MOLLGAARD Siulan Maria Soares MOLLGAARDsiulanmariasoaresmollgaard@gmail.comBarbara Juacy Rodrigues Costa de SANTANA Barbara Juacy Rodrigues Costa de SANTANAbarbara.santana@afya.com.brRafael Ramos TELES Rafael Ramos TELESrafael.ramos1999@gmail.comJosé Ferreira de Sousa NETO José Ferreira de Sousa NETOsousa.neto@alunomed.fapce.edu.br<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Introdução: </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">A Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) permanece como uma das principais causas de morbidade e hospitalização na infância, com impacto particularmente relevante em crianças na idade pré-escolar. Caracteriza-se por um processo infeccioso do parênquima pulmonar adquirido fora do ambiente hospitalar, cujas manifestações clínicas variam conforme a faixa etária, o agente etiológico e a resposta imunológica do hospedeiro. Na prática pediátrica, a identificação precoce da doença e a estratificação adequada da gravidade são determinantes para a escolha da conduta terapêutica, para a definição do local de tratamento e para a prevenção de complicações potencialmente graves, como derrame pleural, empiema e insuficiência respiratória</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">. </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Metodologia: </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Realizamos uma revisão científica da produção acadêmica nacional e internacional referente à Pneumonia Adquirida na Comunidade </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">em crianças pré-escolares.</span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> A pesquisa foi realizada nas bases </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">SciELO, PubMed e Cochrane</span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">, utilizando descritores relacionados à PAC, pediatria e infecções respiratórias, nos idiomas português e inglês. Foram selecionados artigos originais, revisões sistemáticas, além de diretrizes nacionais e internacionais, com base nos referenciais do </span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Tratado de Pediatria de Nelson, 21ª edição</span></span> <span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"> e da Sociedade Brasileira de Pediatria. </span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Por se tratar de uma revisão de literatura, o estudo dispensa apreciação por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS</span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">. </span></span><strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Conclusão: </span></span></strong><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">A PAC em pré-escolares continua sendo condição clínica frequente e potencialmente grave, demandando abordagem estruturada, fundamentada na avaliação clínica e na estratificação de risco. O tratamento ambulatorial é seguro na maioria dos casos leves, desde que realizado com antibioticoterapia empírica adequada e acompanhamento clínico. O fortalecimento da Atenção Primária à Saúde e a capacitação das equipes pediátricas são estratégias essenciais para reduzir hospitalizações evitáveis e melhorar os desfechos clínicos na infância.</span></span></p>2026-02-15T15:31:53+00:00Copyright (c) 2026 Os autoreshttps://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/211ABORDAGEM DIAGNÓSTICA E ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS DA APENDICITE AGUDA NA EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA2026-02-15T15:49:49+00:00Jorge Lincolins Pereira Soaresjorge.lincolins3@gmail.comJosé Ferreira de Sousa NETO José Ferreira de Sousa NETOsousa.neto@alunomed.fapce.edu.brJhulliet da Costa FERNANDES Jhulliet da Costa FERNANDESjhulliet@alunomed.fapce.edu.brFrancisco Dulcídio Antão de Carvalho Filho Francisco Dulcídio Antão de Carvalho Filhodudufilhof@alunomed.fapce.edu.brMarina Cartaxo Martins Pitanga Marina Cartaxo Martins Pitangamarinamcpitanga2@alunomed.fapce.edu.brJoão Vito de Oliveira Silva Esteves João Vito de Oliveira Silva Estevesjvitoesteves@alunomed.fapce.edu.br<p class="western" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Introdução:</span> <span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">A apendicite aguda faz parte da principal etiologia de abdome agudo com indicação cirúrgica em crianças, configurando-se como uma das condições que mais motivam atendimentos nos serviços de urgência e emergência pediátrica</span></span></span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">. Sua apresentação clínica varia conforme a idade, sendo frequentemente inespecífica em crianças menores, o que dificulta o diagnóstico precoce e favorece a ocorrência de perfuração e complicações infecciosas. Nesse cenário, a avaliação clínica criteriosa, aliada ao uso racional de exames complementares, é essencial para orientar a conduta terapêutica. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Metodologia:</span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"> Por meio de uma revisão da literatura sobre apendicite aguda na emergência pediátrica, com ênfase nos aspectos diagnósticos e na condução clínica inicial. A busca foi realizada nas bases PubMed, SciELO e Cochrane, utilizando descritores relacionados à apendicite aguda, pediatria, abdome agudo e emergência pediátrica, nos idiomas português e inglês. Foram incluídos artigos originais, revisões narrativas e sistemáticas, além </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">de diretrizes nacionais e internacionais, com destaque para o </span><em><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Nelson tratado de Pediatria 21ª edição</span></em> <span style="font-family: Times New Roman, serif;">e documentos da Sociedade Brasileira de Pediatria. Por se tratar de revisão de literatura, o estudo dispensa apreciação por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme as Resoluções nº 466/2012, nº 510/2016 e nº 674/2022 do CNS/CONEP/MS. </span><span style="font-family: Times New Roman, serif;">Conclusão:</span><span style="font-family: Times New Roman, serif;"> A apendicite aguda na emergência pediátrica exige alto grau de suspeição clínica e abordagem diagnóstica sistematizada, devido à variabilidade da apresentação, especialmente em crianças menores. O diagnóstico precoce orienta a conduta adequada e reduz complicações, sendo a estratificação da gravidade fundamental para a definição do manejo, cirúrgico ou conservador em casos selecionados. A utilização de protocolos baseados em evidências e a capacitação das equipes de emergência são essenciais para melhores desfechos clínicos.</span></p>2026-02-15T15:49:49+00:00Copyright (c) 2026 Os autores