https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/issue/feed REVISTA FAIPE 2026-09-19T17:14:20+00:00 Valéria Oliveira dos Anjos editor.rfaipe@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;"><!--StartFragment --></p> <div>A <strong>Revista FAIPE</strong> é um periódico científico multidisciplinar, publicado semestralmente, dedicado à divulgação de artigos inéditos em português, espanhol e inglês. A revista acolhe produções de pesquisadores, docentes e discentes, promovendo o rigor acadêmico, a interdisciplinaridade e a ampla disseminação do conhecimento científico em âmbito nacional e internacional.</div> <p><!--EndFragment --></p> https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/227 MEDICINA REGENERATIVA - DA REPARAÇÃO TECIDUAL À RESTAURAÇÃO DA FUNÇÃO BIOLÓGICA 2026-08-10T21:59:34+00:00 Cassius Azevedo cassiusazevedo@gmail.com <p style="text-align: justify;">A medicina regenerativa constitui um campo interdisciplinar voltado à reparação, substituição ou regeneração de células, tecidos e órgãos comprometidos por doenças, traumatismos, envelhecimento ou alterações congênitas. Em contraste com intervenções direcionadas exclusivamente ao controle de sintomas ou à compensação permanente de funções perdidas, sua proposta é recuperar, tanto quanto possível, a estrutura e a função biológica. Suas principais estratégias incluem transplante de células-tronco hematopoéticas, terapias celulares, engenharia de tecidos, biomateriais, terapia gênica, edição genômica, fatores de crescimento, modulação da reparação endógena, organoides e bioimpressão tridimensional. Algumas dessas abordagens já integram a prática clínica em indicações específicas; outras permanecem experimentais. O avanço responsável do setor exige pesquisa pré-clínica robusta, fabricação padronizada, avaliação ética, ensaios clínicos adequados, controle regulatório, farmacovigilância e comunicação transparente. Este artigo apresenta os fundamentos, a trajetória histórica, as tecnologias, as diretrizes, as aplicações contemporâneas, as limitações e as perspectivas da medicina regenerativa.</p> 2026-08-10T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Cassius Azevedo https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/222 AUTOCUIDADO MULTIMODAL PARA TRANSTORNOS TEMPOROMANDIBULARES E DOR OROFACIAL 2026-09-14T23:17:29+00:00 Leonardo Brigido Metello Neves mestradoleonardo@gmail.com Marcelo Guerino Pereira Couto profmarcelopcouto@gmail.com Rafael Coutinho de Mello Machado rafaelcoutinhodemello@yahoo.com.br Francisco José Pereira Junior francisco@oclusaoedtm.com.br Daniel Domingues danieldominguesjr@gmail.com Paulo Laino lainodds@gmail.com Bruno Luiz Baldessarini bbaldessarini1976@icloud.com <p style="text-align: justify;"><strong>Introdução: </strong>Os transtornos temporomandibulares (DTM) afetam cerca de 15% da população mundial e representam desafios relevantes, especialmente em contextos com recursos assistenciais limitados. Estratégias de autocuidado podem ampliar o acesso ao tratamento e favorecer o controle sintomático.&nbsp;<strong>Objetivo: </strong>Sintetizar evidências sobre intervenções não invasivas de autocuidado e propor um guia clínico prático para o manejo da DTM.&nbsp;<strong>Métodos: </strong>Revisão narrativa da literatura publicada entre 2005 e 2025 nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science, Cochrane Library, Embase, CINAHL, PsycINFO, PEDro, LILACS e SciELO, utilizando termos em inglês, português e espanhol. Foram incluídas intervenções não invasivas e excluídas intervenções cirúrgicas e estudos sem texto completo disponível.&nbsp;<strong>Resultados: </strong>As evidências indicam eficácia de curto prazo da termoterapia, modificação de hábitos, atenção plena, exercícios mandibulares e aeróbicos, além de ajustes dietéticos. A integração dessas estratégias em um modelo multimodal associa-se ao alívio da dor, melhora da função mandibular e manejo de comorbidades. <strong>Conclusão: </strong>Intervenções de autocuidado constituem abordagem viável e baseada em evidências para o manejo da DTM, promovendo participação ativa do paciente e ampliando o acesso ao cuidado. Estudos futuros devem investigar efeitos de longo prazo e estratégias de implementação.</p> 2026-09-14T23:17:29+00:00 Copyright (c) 2026 Leonardo Brigido Metello Neves, Marcelo Guerino Pereira Couto, Rafael Coutinho de Mello Machado, Francisco José Pereira Junior, Daniel Domingues, Paulo Laino, Bruno Luiz Baldessarini https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/217 REGENERAÇÃO DÉRMICA PERIORBITAL INDUZIDA POR POLINUCLEOTÍDEOS: 2026-09-19T17:14:20+00:00 Ana Paula Nascimento Scopel Gomes odontocoi@live.com Ana Paula Ferreira Santos anapaulaferr.apf@gmail.com Bibiane Franzen Matte anapaulaferr.apf@gmail.com Elviane Leite dos Reis Torres elvileite@hotmail.com Sandra Marcia dos Santos Pessi anapaulaferr.apf@gmail.com Katrini Guidolini Martinelli katrigm@gmail.com <p style="text-align: justify;">Polinucleotídeos (PNs) são biopolímeros semelhantes ao DNA que estimulam fibroblastos e a produção de colágeno e elastina, apresentando ação hidratante, antioxidante e moduladora da inflamação, o que favorece o reparo tecidual. Soma-se a isso o efeito “scaffold”, que melhora o microambiente dérmico e promove a reorganização da matriz extracelular. A pesquisa foi conduzida por meio de abordagem experimental in vitro e in vivo. Na etapa laboratorial, fibroblastos e queratinócitos humanos foram submetidos a estresse induzido por radiação UV e agentes químicos, com e sem tratamento com PNs, sendo avaliados marcadores de inflamação, senescência, degradação da matriz e síntese de colágeno e elastina. Na etapa clínica, uma paciente foi tratada com microagulhamento associado à aplicação de PNs na região periorbital, apresentando, na análise in vitro, redução da inflamação, menor degradação da matriz extracelular e estímulo à regeneração tecidual e, na análise in vivo, aumento da espessura dérmica, melhora da textura cutânea e redução dos sinais de envelhecimento. Conclui-se que os polinucleotídeos são uma estratégia promissora para o rejuvenescimento cutâneo, especialmente em áreas delicadas, embora mais estudos sejam necessários.</p> 2026-09-19T17:14:20+00:00 Copyright (c) 2026 Ana Paula Nascimento Scopel Gomes, Ana Paula Ferreira Santos, Bibiane Franzen Matte, Elviane Leite dos Reis Torres, Sandra Marcia dos Santos Pessi, Katrini Guidolini Martinelli