https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/issue/feedREVISTA FAIPE2026-05-24T19:41:56+00:00Valéria Oliveira dos Anjoseditor.rfaipe@gmail.comOpen Journal Systems<p style="text-align: justify;"><!--StartFragment --></p> <div>A <strong>Revista FAIPE</strong> é um periódico científico multidisciplinar, publicado semestralmente, dedicado à divulgação de artigos inéditos em português, espanhol e inglês. A revista acolhe produções de pesquisadores, docentes e discentes, promovendo o rigor acadêmico, a interdisciplinaridade e a ampla disseminação do conhecimento científico em âmbito nacional e internacional.</div> <p><!--EndFragment --></p>https://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/214REJUVENESCIMENTO FACIAL MINIMAMENTE INVASIVO VERSUS LIFTING FACIAL2026-03-19T21:20:24+00:00Ana Paula da Cunha Barbosaanap.b@kroton.com.brJoão Guilherme Stabile Granzotto Gabrieldoctorjgabriel@gmail.comAdryelle do Prado Araújoadryelle.odontologia@gmail.comLuiz Carlos Manganello de Souzacontato@manganello.com.br<p>O envelhecimento facial é um processo multifatorial que provoca flacidez, ptose tecidual e perda do contorno facial. Entre as abordagens terapêuticas, os fios de polidioxanona (PDO) representam uma alternativa minimamente invasiva, enquanto a ritidectomia permanece como referência para correções estruturais mais amplas. Este estudo teve como objetivo comparar essas técnicas quanto aos mecanismos de ação, indicações, limitações e durabilidade dos resultados, por meio de revisão narrativa da literatura. Os achados indicam que os fios de PDO são mais adequados para casos leves a moderados de flacidez, com recuperação mais rápida e menor morbidade, ao passo que a ritidectomia apresenta melhores resultados em casos avançados, com maior previsibilidade e durabilidade. Conclui-se que a escolha terapêutica deve ser individualizada, considerando anatomia facial, grau de flacidez, extensão da ptose e expectativa do paciente.</p>2026-03-19T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Ana Paula da Cunha Barbosa, João Guilherme Stabile Granzotto Gabriel, Adryelle do Prado Araújo, Luiz Carlos Manganello de Souzahttps://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/170OS HÁBITOS DELETÉRIOS NA INFÂNCIA2026-03-29T17:21:03+00:00Fernanda Cristina Betaninnandabet_@hotmail.com<p>A Mordida Aberta Anterior (MAA) é uma má oclusão que mais impacta esteticamente e funcionalmente a criança, caracterizada por um desalinhamento vertical negativo entre os dentes antagonistas. A etiologia desse Distúrbio Miofuncional Orofacial (DMO) pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo predisposição genética e a influência prolongada de hábitos deletérios. Os impactos dessa condição abrangem a fala, respiração, postura, mastigação, deglutição e a Articulação Temporomandibular (ATM), gerando desconforto e adversidades psicológicas na criança. Nesse quadro, este estudo consiste em evidenciar como os hábitos bucais deletérios, especificamente a sucção digital e de chupeta, têm influência negativa na MAA em crianças. Além disso, são discutidas estratégias preventivas e intervencionistas para mitigar os efeitos desses comportamentos, visando promover uma saúde bucal adequada desde a infância, assim como busca-se analisar os aspectos envolvidos, tais como etiologia, classificação, diagnóstico e tratamento. A seleção de artigos priorizou fontes confiáveis e relevantes, tratando-se de uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo. Os resultados apontam para a importância da conscientização dos pais e profissionais de saúde sobre os riscos associados aos hábitos deletérios, ressaltando a necessidade de intervenções precoces e um apoio multidisciplinar para garantir um desenvolvimento saudável do complexo orofacial na infância.</p>2026-03-29T17:20:23+00:00Copyright (c) 2026 Fernanda Cristina Betaninhttps://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/223USO COMBINADO DE ÁCIDO TRICLOROACÉTICO E ÓLEO DE CRÓTON NO TRATAMENTO DE CICATRIZES DE ACNE2026-05-10T00:20:25+00:00Ana Paula da Cunha Barbosaanap.b@kroton.com.brRafaela Jacob Marrafão Tavaresmarrafaoodontologia@hotmail.comNelson Maurício Júniorneofarma@uol.com.brAdryelle Araújo do Pradoadryelle.odontologia@gmail.comMaria Cecília Teixeira de Carvalho Brunomcceciliabruno.usp@gmail.com<p style="text-align: justify;">Introdução: As cicatrizes atróficas de acne representam uma sequela frequente e de difícil manejo, com impacto estético e psicossocial. O ácido tricloroacético (ATA/TCA) é um agente clássico de peeling químico, e sua associação ao óleo de cróton tem sido proposta para potencializar a resposta inflamatória controlada, a neocolagênese, a melhora da textura e a retração cutânea. Objetivo: Relatar um caso clínico de tratamento de cicatrizes atróficas de acne com protocolo escalonado de ácido tricloroacético associado ao óleo de cróton, avaliando a melhora clínica, a textura cutânea e a retração da pele por documentação fotográfica e análise tridimensional com QuantifiCare®. Relato de caso: Paciente do sexo masculino, 28 anos, fototipo de Fitzpatrick III, apresentava cicatrizes atróficas de acne desde a adolescência, sem tratamentos prévios. Após preparo cutâneo por 20 dias, foi submetido a duas sessões de peeling ATA C®/Neoskin ATA C®: ATA C 20% em 22/05/2025 e ATA C 35% em 16/07/2025. A avaliação final foi realizada em 05/11/2025, 112 dias após a segunda sessão. Resultados: Observou-se melhora clínica evidente, com pele de aspecto mais liso, textura mais homogênea, redução da irregularidade superficial e menor evidência visual das depressões cicatriciais. A análise tridimensional por QuantifiCare® demonstrou retração cutânea mensurável em oito pontos selecionados das regiões malares e genianas, com média aproximada de 1,18 mm e maior valor de 2,30 mm. Em 27/08/2025 foram documentados eritema e hiperpigmentação pós-inflamatória (HPI) na região tratada, sem sinais de complicação infecciosa ou cicatrização hipertrófica. Conclusão: O protocolo escalonado com ATA C 20% seguido de ATA C 35% promoveram melhora clínica visual e retração cutânea mensurável no caso apresentado, contribuindo para amenizar a aparência das cicatrizes atróficas de acne. Os achados são promissores, mas devem ser interpretados como evidência inicial, por se tratar de relato de caso.</p>2026-05-10T00:20:25+00:00Copyright (c) 2026 Ana Paula da Cunha Barbosa, Rafaela Jacob Marrafão Tavares, Nelson Maurício Júnior, Adryelle Araújo do Prado, Maria Cecília Teixeira de Carvalho Brunohttps://portalperiodicos.faipe.edu.br/ojs/index.php/rfaipe/article/view/216TRATAMENTO ENDODÔNTICO DE MOLAR INFERIOR PORTADOR DE LESÃO PERIAPICAL E DE FURCA EM ÚNICA SESSÃO UTILIZANDO LIMA SOLLA COLLORS2026-05-24T19:41:56+00:00Rosana Maria Coelho Travassosrosana.travassos@upe.brWilliam José Lopes de Freitasprofwilliamfreitas@gmail.comGustavo Moreira de Almeidadrgustavoalmeida01@gmail.comPedro Guimarães Sampaio Trajano dos Santospedroguimaraessampaio@gmail.comMaria do Socorro Orestes Cardososocorroorestes@yahoo.com.brSilvana Maria Orestes Cardososilvana.cardoso@ufpe.brLara Cardoso de Moraismorais.lara@hotmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Paciente do sexo feminino de 25 anos que foi encaminhado para realizar endodôntico do dente 46. Clinicamente, apresentou-se assintomático, resposta negativa ao teste de sensibilidade pulpar a frio. Ao exame radiográfico periapical, observou-se radiotransparência óssea periapical envolvendo a furca lesão estritamente endodôntica, uma vez que não apresentava destruição da crista óssea alveolar. Inicialmente, a negociação dos canais radiculares foi feita usando uma lima K-Flexofile de número 10, e a irrigação abundante usando a solução de Clorexidina gel a 2,0% e soro fisiológico. O comprimento de trabalho foi determinado com localizador apical, (Root ZX Mini, J. Morita). O preparo dos canais radiculares foi realizado com a lima Solla Collors 35.04 nos canais mesiais e 50.04 no canal distal para uso em movimento rotatório. A patência foi realizada com a lima Solla 16.02. Conclui-se que a terapia endodôntica foi bem conduzida, determinando a neoformação óssea na região de furca em apenas 3 meses, além de mostrar a importância de um diagnóstico correto, uma vez que não houve necessidade de terapia periodontal. Dessa forma a lesão foi estritamente endodôntica, uma vez que não apresentava destruição da crista óssea alveolar.</span></p>2026-05-24T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Rosana Maria Coelho Travassos, William José Lopes de Freitas, Gustavo Moreira de Almeida, Pedro Guimarães Sampaio Trajano dos Santos, Maria do Socorro Orestes Cardoso, Silvana Maria Orestes Cardoso, Lara Cardoso de Morais